Lolitas das ambições.
Sorrisos pagos por mim
Pessoas confusas,sem sonhos
Enquanto zombo de tudo,enfim
Ela esta presa na torre
Infeliz,acena e não pára
O seu coração apodrece
Cadeia que queima as migalhas
Correntes estão em seus pulsos
De tão apertados já cortam
Sangram,derramam seu mundo
Qual dessas mortes será que ela gosta?
Nunca mais viu pássaro preto
O mensageiro,compartilhavam as dores
Nunca mais dormiu com socego
Pois dores censuram as cores
Agora,não tem esperanças
Torres desconstruindo
Se ela ainda fosse criança
Não entenderia,estaria rindo...
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Retratos escritos
A soma de dois
Diminui-se
E dilui-se
Em cinco partes
De nóis.
Vida
Amor
Sonho
Vontade
E estranheza.
Pensamentos restritos
Retratos escritos.
Diminui-se
E dilui-se
Em cinco partes
De nóis.
Vida
Amor
Sonho
Vontade
E estranheza.
Pensamentos restritos
Retratos escritos.
Você
Existe uma noite de universos
Para eu viver
Que talvez nem caiba em meus versos
Nem em você
Pessoa inexistente
Mundo sobrevivente
Ao que ele mesmo quer
Até
Que vocÊ se apresente
e me diga quem é
Pois um chão pequeno e extenso
Me grita e me cala
Por desejos imensos
Mudo minha fala
Deixo de ser
Para existir
Te renascer
pra outros mundos abrir...
Para eu viver
Que talvez nem caiba em meus versos
Nem em você
Pessoa inexistente
Mundo sobrevivente
Ao que ele mesmo quer
Até
Que vocÊ se apresente
e me diga quem é
Pois um chão pequeno e extenso
Me grita e me cala
Por desejos imensos
Mudo minha fala
Deixo de ser
Para existir
Te renascer
pra outros mundos abrir...
Poço
Eu sou um poço
De saudades do moço.
...E neste poço
que sou eu
está lá caída
eu mesma
Afundada
dentro
de
mim.
Velhos laços
Queria eu desenhar o que na infância não consegui.
Tomar os comprimidos que quando pequena não engoli
E pedir socorro com a mesma voz e a mesma inocência
Mas vejo que os desesperos já não são iguais aos que sofri
Mas que meu sangue só se ata com paciência.
Aquela serenidade,incerteza,intensa escuridão em clarezas
Existem hoje como minhas antigas velas à Vênus
Que quanto mais se apagam,mais percebemos
Que vivem mais e iluminam uma outra relidade.
Em mim,queima um fogo estagnado
Uma lembrança de um presente passado
Queria eu dormir tranquilamente como nunca pude
Tive saudade.
Porém hoje este prazer não mais me ilude.
Queria eu povoar minha casa de gente e brincar
Como nunca brinquei
E num sono profundo ter sonhos bons e acordar
Pra lembrar que sonhei
Como nunca aconteceu.
Queria eu,quando tivesse pesadelos,ao despertar,te ver
Levantar,concertar teu travesseiro
E te cobrir em retribuição.
Queria eu poder chorar quando sentisse vontade
Ser dona de meus bens e maldade
E fazer feliz meu coração...
segunda-feira, 1 de março de 2010
Adoro ser bonitinha
Adoro ser bonitinha
e ouvir os rapazes dizerem
"Que gracinha"
Chegar nos lugares
e nada pagar
sorte a minha
Que mesmo gordinha
preferem falar
"É fofinha"
Adoro ser bonitninha
E pelos magos ser chamada
de princesinha
E quando espirro
Além de saúde,ouvir:
"que lindinha"
e quando choro:
"ai meu Deus,coitadinha"
Adoro ser bonitinha
E ver a nação disputando
"Ela é minha"
E gente que eu nem conheço:
"psiu,moreninha!"
E eu com cara de espanto
em casa falando:
"Viu aí mainha
porque eu adoro ser bonitinha?!"
e ouvir os rapazes dizerem
"Que gracinha"
Chegar nos lugares
e nada pagar
sorte a minha
Que mesmo gordinha
preferem falar
"É fofinha"
Adoro ser bonitninha
E pelos magos ser chamada
de princesinha
E quando espirro
Além de saúde,ouvir:
"que lindinha"
e quando choro:
"ai meu Deus,coitadinha"
Adoro ser bonitinha
E ver a nação disputando
"Ela é minha"
E gente que eu nem conheço:
"psiu,moreninha!"
E eu com cara de espanto
em casa falando:
"Viu aí mainha
porque eu adoro ser bonitinha?!"
Sonho de picardeiro
Estrelas do mar
Flores sem fim
Vidas a dar
Amores em mim
Sorriso pintado
Força a medir
Brincadeira em estado
Sorte,expandir...
Sonho zelado
-picardeiro-
Quente ou gelado
Meu dia inteiro
Felicidade?
Encarte!
Fidelidade?
À arte!
.
Não te amo mais
Não te amo mais
E,se amor for eterno
Acho que nunca te amei
O que fazer meu bem
se ja não te quero?
Se nem teu caderno
de poemas guardei?
Só não tenho coragem de te dizer
que pra mim tudo acabou
Quem sabe aconteça de acontecer
de você entender
que o nosso sonho calou?!
.
Só estar rente ao recomeço
Porque agora,
eu me encontro seca de sonhos
Não querendo nada além
do que me ver
do jeito mais normal
Ou muito bem
sem precisar querer
viver
ou
morrer
só
ir para os lugares
seguindo os ares
ver o mar
e na velhice
não sofrer
pra se apagar.
Estando só,rente ao recomeço
de folhas em branco
tendo em mente o que eu mereço
que não são bem os teus prantos.
Sigo em direção sentada.
Sim,seca de sonhos.
Talvez meu destino
seje
só
estar...
eu me encontro seca de sonhos
Não querendo nada além
do que me ver
do jeito mais normal
Ou muito bem
sem precisar querer
viver
ou
morrer
só
ir para os lugares
seguindo os ares
ver o mar
e na velhice
não sofrer
pra se apagar.
Estando só,rente ao recomeço
de folhas em branco
tendo em mente o que eu mereço
que não são bem os teus prantos.
Sigo em direção sentada.
Sim,seca de sonhos.
Talvez meu destino
seje
só
estar...
Mais uma,muma
Um riso rosa
reina no rosto
de um rei
risonho e rigoroso.
Um choro triste
insiste sem coro
e existe
e persiste
como um calado
estouro.
Uma mentira
que mira e atira
no vidro querido
tira a lira.
Uma verdade/bondade
Invade a maldade
E se contamina
Pra se exterminar
As injutiças aliciam
E atiçam
O tempo de um templo
Não tão bom exemplo
E não amenizam.
O corpo cansado
Estado acabado
Que vive ao lado
Não quer mais durar.
Os motivos da cidade
Porque a saudade já virou sal
Porque a maudade já não é mais mau
Porque agora no fundo do quintal
Existem galinhas eletrônicas
Pessoas dautônicas em cidades iventárias
A se povoar.
Poluição de ar.
Polos imaginários.
O vento que sai do teu nariz
é aprendiz da nova era
Que aspira a aspiragem da tua real miragem
Que é o que eu sempre quis.
Sei matar a verdade
Pra reiventar o teu novo bis.
Porque a maudade já não é mais mau
Porque agora no fundo do quintal
Existem galinhas eletrônicas
Pessoas dautônicas em cidades iventárias
A se povoar.
Poluição de ar.
Polos imaginários.
O vento que sai do teu nariz
é aprendiz da nova era
Que aspira a aspiragem da tua real miragem
Que é o que eu sempre quis.
Sei matar a verdade
Pra reiventar o teu novo bis.
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